A obra de
Orage, *Consciousness: Animal, Human and Superhuman*, antecipou os argumentos de
Ouspensky e a terminologia de
Gurdjieff, utilizando a analogia de um papel dobrado para descrever a evolução da consciência: do plano animal (uma dobra, sem observador), passando pelo humano (duas dobras, com um ego observador), até o Super-homem (o papel dobrado em esfera, com um “eu superior” observando o ego).