De volta a Paris,
Gurdjieff soube de Frank Pinder sobre as visitas indesejadas ao Prieuré, a ruptura formal de
Ouspensky e seus seguidores, e o término do arrendamento do apartamento, mas ainda assim recebeu
Ouspensky, que se comportou como um menino envergonhado.
Gurdjieff retomou o ritmo de sua vida em Fontainebleau e Paris, observando o mundo passar do terraço do Café de la Paix, talvez duvidando se um trabalho esotérico alimentado em silêncio imaculado deveria ser encenado publicamente, mas confiando que a semente lançada daria frutos no futuro.
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Ele observou a mesma gritaria, risadas e repreensões de sempre, as mesmas de cidades antigas.
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Talvez a semente lançada em solo malcheiroso um dia desse uma árvore de sabedoria.