Em linguagem codificada, porém,
Gurdjieff confidenciou a J.
G.
Bennett que podia emitir um cheque com 7 “zéros”, o que
Bennett interpretou como uma calibragem de sua tipologia numérica com a gíria de ladrões, significando que ele próprio era o Homem nº 7, possuidor de conhecimento objetivo e imortal nos limites do sistema solar.