À medida que se liberta das funções e a atenção, carregada de novo poder, se reúne a partir de cada uma das funções, descobre-se que uma nova estrutura está gradualmente tomando forma, impregnada de qualidades de pensamento, sentimento e sensação desconhecidas antes, sendo essa estrutura, um novo
corpo se formando, condensando e se organizando, o elemento intermediário anteriormente ausente capaz de unir as naturezas superior e inferior, momento a partir do qual se pode falar de vigilância, ou seja, uma capacidade de viver um esforço de tal forma que os sinais não se invertam mais e a junção ocorra verdadeiramente.